Arquivo para categoria Economia

Contrariando Todas as Expectativas

O FED (Federal Reserve) vai liberar mais de US$ 600 bilhões de dólares até a metade do ano que vem. Com dinheiro nos bancos, aumenta-se o crédito no mercado, os americanos compram mais, as empresas produzem mais e a economia americana volta a crescer.

Consequência: Surge a inflação de demanda nos EUA, o que as vezes é bom. Mas o preço do Dólar diminui em comparação com as principais moedas do mundo, inclusive perante o Real. Assim, os países exportam menos, importam mais do EUA e desacelera a economia mundial. Isso já foi abordado em um post passado (“O Dólar não Morreu”). Mas parece que o Brasil é mais forte que essa teoria, ou pelo menos o efeito ainda não foi sentido aqui. Leia o resto deste post »

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A Cruz de todo Brasileiro

Nos últimos dias, devido a “batalha cambial”, ouvimos várias menções sobre a carga tributária do Brasil, uma das maiores do mundo. A maior dentre os BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China). Isso, combinado com uma das maiores taxas de juros entre os países desenvolvidos e em desenvolvimento, resulta em um imã mundial de capital especulativo. Bom para o investidor, um pouco interessante para o governo, mas péssimo para nós, a população brasileira.

Então é simples, diminuímos os impostos e automaticamente os preços abaixam, fazendo nosso consumo aumentar e assim desenvolvendo o país. Certo? Será?

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O Dólar não Morreu

Não é novidade para ninguém que a economia americana vai mal das pernas. Também era de se esperar que a maior economia liberal do mundo iria atacar com alguma intervenção estatal para poder equilibrar sua situação cambial. E foi isso que eles fizeram.

E para não demorar muito, o FED (Federal Reserve, o Banco Central dos EUA), anunciou que comprará US$ 600 Bilhões em títulos públicos até metade de 2011, melhorando a liquidez do mercado e aumentando a quantidade de crédito para consumidores e empresas. Uma tentativa para impulsionar a economia e tirar, de uma vez por todas, o pé da lama. Leia o resto deste post »

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Francês também tem problemas

Nicolas Sarkozy tem apenas 36% de aprovação popular

Não é preciso muita imaginação ou conhecimento para entender os principais motivos da criação da previdência social. Apesar do propósito mais claro ser o do bem estar da população, principalmente quando o ser humano está mais frágil e precisando de atenção,  não existe meio melhor para o Estado fazer o dinheiro circular do que as pensões previdenciárias.

Era comum a idade de 60 anos ser o mínimo para se requisitar uma aposentadoria, e tomando em consideração a expectativa de vida da população, o trabalhador se aposentaria e viveria no máximo 8, 10 anos recebendo pensão do Estado. Nada que onerasse grandes dividendos. Além disso, o número de pessoas em idade economicamente ativa superava, em demasia, o de aposentados. Leia o resto deste post »

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