Abortar ou não abortar o aborto?

Sem dúvida é um dos assuntos mais importantes na pauta da sociedade cívil, todavia não devemos misturar as coisas. Nas últimas semana, o aborto tomou, perigosamente, conta da campanha dos presidenciáveis.

O que falta é a deixar a politicagem de lado e discutir assuntos mais importantes para o crescimento da população, econômica e socialmente. Questões sociais prioritárias, como educação, saúde e segurança, são deixadas em segundo plano, já que o apelo eleitoreiro do aborto gera dividendos muito mais interessantes para os candidatos. Leia o resto deste post »

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2º turno, vil 2º turno

Eu não sou nenhum tipo de mãe Dinah ou vidente, mas já havia avisado o quanto esse segundo turno seria sujo. E não é de graça. O fato dos dois estarem perto um do outro nas pesquisas leva a esse tipo de baixaria no horário político. O horário do candidato José Serra (PSDB) é usado para afetar, diretamente a imagem de Dilma (PT). E advinha o que a petista faz? Retribui com mais ofensas pessoais. Na verdade o nome “Serra” é mais sitado no horário de Dilma do que no do próprio tucano. E a recíproca também é verdadeira. Leia o resto deste post »

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Super Marina?

Parace que os 19.636.359 votos, 19,33% do total de votos válidos. Deram um poder imenso a candidata derrotada no primeiro turno, Marina Silva (PV). Poder esse que está sendo disputado, quase que a tapas, pelos candidatos que concorrem no segundo turno: José Serra (PSDB) e Dilma Rouseff (PT).

A disputa pelo apoio de Marina é tanta, que os outros candidatos começaram a usar o seu nome, mesmo antes da decisão oficial. Lembrando que ela pode escolher não apoiar ninguém, assim como fez a terceira colocada nas eleições de 2006: Heloísa Helena (PSOL). Leia o resto deste post »

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E Agora Cabral?

A vitória de Sérgio Cabral (PMDB), nas urnas, no último domingo, que permitiu com que ele fique mais 4 anos ocupando o cargo de governador do Rio de Janeiro, certamente deu uma moral política de projeção nacional. Afinal de contas, foram mais de 5 milhões e 200 mil votos, 66,08% do total.

Porém Cabral não conseguiu esse prestígio todo sozinho, duas outras pessoas tiveram papéis chave em tamanha aprovação popular: O presidente da Alerj (Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro), Jorge Picciani (PMDB) e o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame. Leia o resto deste post »

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As Nossas Escolhas

No último domingo, dia 3 de Outubro, todo brasileiro física e mentalmente capaz e acima de 16 anos, votou. Votamos, para ser mais exato, e foram 6 votos para cada, 4 para o legislativo e 2 para o executivo. Foram 111.193.747 votos, sendo 91,36% válidos, ou seja, apenas esses são levados em conta na hora de somar os votos, brancos e nulos foram descartados.

Aqui no Rio foram 9.572.486 votos, sendo 82,49% válidos. O segundo estado com menos votos válidos, perdendo apenas para Rondônia, que teve 78,36%. Foram eleitos 2 Senadores, como em todos os outros Estados e Distrito Federal, 46 Deputados Federais e 70 Estaduais. Além disso, o governador Sérgio Cabral foi eleito no primero turno com 66,08%. Em relação aos presidenciáveis, houve alteração entre os segundo e terceiro lugares: Dilma (PT) em primeiro (43,76%), Marina Silva (PV) em segundo (31,52%), e José Serra (PSDB) em terceiro (22,53%). Leia o resto deste post »

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Dilemas do Sr. Inclusp e da Dona Eleição

Quando há intercambio cultural entre pessoas de diferentes classes sociais, a comunidade universitária torna-se mais rica; fonte inesgotável de novas ideias, pensamentos e mais humanidade.

Um artigo sobre a desmistificação dos argumentos daqueles que não são a favor das políticas afirmativas nas Universidades, baseado em pesquisa da UERJ, publicado na Revista Carta Capital, chamou minha atenção. Cheguei até a fazer um comentário na página online. Deste comentário, surgiu esse post. Aqui, vou tratar principalmente da cota para negros.

Segundo o artigo, e também, o que há tempos supunha e comentava com meus amigos, os dados estatísticos mostram que a maioria beneficiada pela cota é constituída realmente de pessoas que necessitam desta ‘chance’, já que “das 40 universidades que adotaram critérios raciais na seleção de alunos, somente 4 não possuem nenhum tipo de corte socioeconômico associado”. Traduzindo de uma maneira bem clara: para ter esse direito,“você deve ser negro e pobre; só negro, não vale”. Leia o resto deste post »

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Era uma vez o Mito da Imparcialidade

Vamos ser sinceros, ela nunca existiu, era uma grande e até simpática utopia, bem parecida com o ideal da anarquia. Tão presente nos ideais da imprensa, mas tão ausente em suas matérias, a imparcialidade, ou aquilo que chegava mais perto dela, recebeu o tiro de misericórdia – alguns tiros, é verdade- nos últimos dia.

Tudo começou com o desespero do candidato à presidência José Serra (PSDB), levando-o a atacar a imagem da candidata do PT, Dilma Rousseff. Chegou até a colocar na conta de Dilma a culpa pela violação dos dados fiscais de sua filha Verônica Serra. Mas alguém deve ter lembrado que Verônica tem um telhado de vidro bem frágil, afinal, foi através do site no qual ela trabalhava, que em 2001, vazaram os dados fiscais de mais de 60 milhões de brasileiros, dados esses conseguidos em uma misteriosa negociação com o antigo governo tucano de FHC. Leia o resto deste post »

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