Glenda Almeida

Sou estudante de jornalismo, da Escola de Comunicações e Artes, da Universidade de São Paulo. Nasci no estado do Rio de Janeiro.

Manual Noel

Depois de fazer vinte anos, os presente já não chegam de surpresa na árvore de Natal. O shopping é o verdadeiro papai Noel, e 50 por cento da graça dessa época perde o sentido, salvo o fato de ser férias, recesso, quando a família se reencontra.

Quando se tem 20 anos, para aqueles que não viveram debaixo da saia da mãe e entenderam um pouquinho da lógica cruel da sobrevivência, ganhar um presente caro para mostrar, ou se mostrar, aos amigos já também não tem tanto sentido. A gente já sabe que pode ser superado facilmente por características abstratas do outro. E não adianta… o homem deseja superar outro homem, ocupar seu lugar, e não é um adereço caro que vai ajudar muito nessa missão. Leia o resto deste post »

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Dilemas do Sr. Inclusp e da Dona Eleição

Quando há intercambio cultural entre pessoas de diferentes classes sociais, a comunidade universitária torna-se mais rica; fonte inesgotável de novas ideias, pensamentos e mais humanidade.

Um artigo sobre a desmistificação dos argumentos daqueles que não são a favor das políticas afirmativas nas Universidades, baseado em pesquisa da UERJ, publicado na Revista Carta Capital, chamou minha atenção. Cheguei até a fazer um comentário na página online. Deste comentário, surgiu esse post. Aqui, vou tratar principalmente da cota para negros.

Segundo o artigo, e também, o que há tempos supunha e comentava com meus amigos, os dados estatísticos mostram que a maioria beneficiada pela cota é constituída realmente de pessoas que necessitam desta ‘chance’, já que “das 40 universidades que adotaram critérios raciais na seleção de alunos, somente 4 não possuem nenhum tipo de corte socioeconômico associado”. Traduzindo de uma maneira bem clara: para ter esse direito,“você deve ser negro e pobre; só negro, não vale”. Leia o resto deste post »

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O jornalismo de óculos embaçados

FOTO João Roberto Ripper

Resolvi inaugurar meus posts com um tema sensível, delicado. Não que seja exclusivo para garotas, mas exige um feeling bem humanista, cuidadoso, carinhoso e amoroso.

Sou estudante de jornalismo e, há algumas semanas, uma palestra que assisti mexeu muito comigo. Nesse ponto, decidi para quê iria dedicar essas primeiras linhas: escrever sobre o olhar preconceituoso; aquele tão perigoso para o comunicador, para o jornalista em especial. Leia o resto deste post »

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